Sala de Imprensa |
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Em 05/09/07
Pronunciamentos de D. Luiz de Orleans e Bragança publicados no You Tube:
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Pronunciamento de D. Luiz sobre a Internet
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Pronunciamentos de D. Bertrand de Orleans e Bragança publicados no You Tube:
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Em 02/02/08
67o. Aniversário do Príncipe Imperial do Brasil
Comemorou-se no dia 2 de fevereiro, na Sede da Pró Monarquia, em São Paulo, o 67o. aniversário do Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança.
O Príncipe Dom Bertrand é o terceiro dos doze filhos do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909-1981); é neto de Dom Luiz de Orleans e Bragança (1878-1921), o Príncipe Perfeito; é bisneto da Princesa Isabel, a Redentora, e trineto do Imperador Dom Pedro II.
Nascido em 1941, em Mandelieu, no sul da França, onde o exílio da Família Imperial e a II Grande Guerra retivera seus Pais, D. Bertrand veio para o Brasil logo após o término do conflito. Realizou seus estudos secundários em parte no Estado do Paraná, onde seu Pai se instalara como fazendeiro, em parte no Colégio Santo Inácio, dos padres jesuítas, no Rio de Janeiro. Cursou depois a tradicional Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, de São Paulo, formando-se como advogado em 1964.
Com a ascensão, em 1981, de seu irmão primogênito D. Luiz à Chefia da Casa Imperial do Brasil, D. Bertrand, que é seu imediato sucessor dinástico, assumiu a direção do Secretariado respectivo, incentivando a atividade dos monarquistas disseminados pelo País e liderando uma campanha nacional para a eliminação da Cláusula Pétrea —dispositivo legal que desde a implantação da República vedava toda atividade e propaganda monárquica — aspiração finalmente acolhida na Constituição promulgada em 1988.
Atento a tudo quanto respeita à soberania nacional, D. Bertrand vem alertando para as influências e iniciativas que afetem, de modo encoberto ou não, nossos direitos sobre a Amazônia. Pela mesma razão o Príncipe Imperial, ante campanhas de descrédito que visam as forças armadas, julga imperioso prestigiar o militar e o policial cumpridores do dever.
Afeito desde a infância ao campo e ao ar livre, D. Bertrand sempre encontrou tempo para a prática esportiva: equitação, caça, pesca submarina, esqui, foram atividades que em diferentes épocas o atraíram, dedicando-se ele hoje mais ao montanhismo e ao tiro. Piloto civil, é reservista da Força Aérea Brasileira.
Além do português, sua língua natal, D. Bertrand é fluente no francês e no castelhano, buscando presentemente aprimorar seu domínio do idioma inglês.
D. Bertrand é Bailio Grã-Cruz da Ordem da Rosa, Grã-Cruz da Ordem de Pedro I e demais Ordens Imperiais do Brasil, Bailio Grã-Cruz da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Casa Real de Bourbon Sicílias e Bailio Grã-Cruz da Soberana Ordem de Malta, tendo recebido as insígnias no Palácio Magistral de Malta, em Roma.
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Em 22/01/08
Os Correios e os 200 anos da chegada da Família Real
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, vivenciando a relevância do evento ímpar de 2008 – os 200 anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil – programou a emissão, até dezembro, de nada menos de 14 selos comemorativos daquele grande acontecimento da História luso-brasileira e suas importantes decorrências para a vida nacional.
O primeiro deles, em emissão conjunta com os Correios de Portugal, teve seu lançamento marcado para o dia 22 de janeiro, simultaneamente em Salvador, Rio de Janeiro e Lisboa. Trata-se de um se-tenant, conjunto de dois selos que retrata à direita a partida de Lisboa; ao centro um navio que figura a travessia; e à esquerda a chegada, primeiro a Salvador e depois ao Rio de Janeiro, tendo em primeiro plano a figura do Príncipe Regente Dom João.
Os selos comemorativos dos 200 anos da Abertura dos Portos às Nações Amigas, decretada em 28 de janeiro de 1808, dos 200 anos do Comércio Exterior no Brasil, e dos 200 anos do Banco do Brasil tiveram seu lançamento marcado para o dia 28 de janeiro.
O selo comemorativo dos 200 anos da Faculdade de Medicina da Bahia, instituição criada por Dom João, em 18 de fevereiro de 1808, em Salvador, e o selo comemorativo dos 200 anos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, atualmente integrada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, tiveram seu lançamento marcado para o dia 18 de fevereiro.
Em 2008 completam-se também os 200 anos do Regulamento Provisional da Administração Geral dos Correios da Coroa e da Província do Rio de Janeiro, aprovado por Dom João em novembro de 1808. Esse é considerado o primeiro regulamento postal genuinamente do Brasil. A tiragem prevista da emissão é de 3 milhões de selos.
O texto do Edital de Emissão do selo, elaborado pela Comissão para as Comemorações do bicentenário evento, constitui feliz síntese das circunstâncias, das decisões e dos fatos que marcaram aquele período transcendente da História do Brasil, com destaque para a atuação do Príncipe Regente, aclamado Rei como Dom João VI, no Rio de Janeiro, em 1818.
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Em 05/12/07
Revolução Quilombola
Em declarações feitas, em novembro passado, à grande imprensa, Horácio Lafer Piva, ex-presidente da FIESP, alertou para os fatores que, no momento, mais podem atrapalhar o promissor quadro de crescimento e desenvolvimento do Brasil. Segundo suas palavras “o governo precisa atentar para os riscos das ações estapafúrdias do MST e dos quilombolas”.
O alerta de Piva foi ao ponto! Em virtude do decreto 4.887/2003, assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está em andamento no Brasil uma verdadeira revolução, que gera sérias preocupações nos meios empresariais e rurais.
O chamado “decreto quilombola” poderá degenerar numa fonte sem fim de conflitos raciais, desorganizar a agricultura e criar dentro do Brasil uma imensa área de terras coletivizadas, prejudicando seriamente as economias locais.
O confisco, inclusive de terras produtivas e de terras urbanas, previsto no decreto, se baseia numa simples auto-declaração da condição de quilombola por parte do interessado, sem necessidade de qualquer prova documental, o que de si subverte por completo o princípio constitucional da propriedade.
Este tema foi amplamente esclarecido, em palestra proferida em 5 de dezembro de 2007, na Sede da Pró Monarquia, pelo jornalista Nelson Ramos Barretto, que lançou recentemente um livro sobre a chamada “Revolução Quilombola”.
Nelson Barretto percorreu regiões afetadas pelo problema colhendo depoimentos e ampla documentação para a elaboração de sua obra. O livro, sucesso editorial, já foi lançado com grande repercussão em Brasília, São Paulo, Londrina (PR) e Bagé (RS). Nelson Barretto tem sido convidado para debates e audiências públicas, bem como para entrevistas sobre o tema.
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Em 04/12/07
Dom Bertrand na TV Câmara
O Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança participou no dia 4 de dezembro, em Brasília, do programa ao vivo “Expressão Nacional” da TV Câmara, dedicado aos 200 anos da Chegada da Família Real ao Brasil. Foram também convidados para o programa o Embaixador de Portugal no Brasil e os Deputados Bonifácio de Andrada (MG) e Chico Alencar (RJ). Este programa foi exibido em seis ocasiões diferentes, alcançando ampla audiência.
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Em 28/11/07
Grão Duque de Luxemburgo visita o Brasil
O Grão Duque Henri de Luxembourg, acompanhado da Grã Duquesa, esteve em visita oficial ao Brasil na última semana de novembro de 2007. Luxemburgo, além de sua rica história e encantador cenário é, como se sabe, estratégico centro de negócios europeu, sediando grandes instituições financeiras.
No dia 27 os ilustres visitantes ofereceram em São Paulo, no Grand Hyatt Hotel, recepção para o mundo oficial, social e empresário, à qual compareceu S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, e também seus primos, o Príncipe e a Princesa Dom Casimiro de Bourbon-Siciles.
Dom Luiz e o Grão Duque são contra-parentes, pois o segundo é primo da Princesa D. Christine de Ligne, esposa do Príncipe Dom Antônio. O filho de ambos, Príncipe Dom Pedro Luiz, que se graduou em Administração, faz presentemente prolongado estágio em uma instituição financeira luxemburguesa com interesses no Brasil. O aproveitamento do jovem Príncipe fez parte da animada conversa que mantiveram Dom Luiz e o Grão Duque.
Os Grão Duques de Luxemburgo estiveram depois em Ribeirão Preto, onde visitaram uma usina de açúcar, Brasília, Minas Gerais, conhecendo as cidades históricas, e Vitória.
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Em 26/11/07
200 anos da chegada da Família Real à Bahia
Dom Bertrand assistiu, como convidado especial, à primeira conferência sobre os 200 anos da chegada da Família Real à Bahia, realizada na Associação Comercial de Salvador, no dia 26 de novembro. Neste evento, o Ministro Recupero proferiu proveitosa palestra sobre a Abertura dos Portos.
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Em 07/11/07
Meio Ambiente e Aquecimento Global
Foi anunciado no mês de outubro o Prêmio Nobel da Paz, atribuído conjuntamente ao ativista norte-americano Al Gore e ao IPCC – Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, organismo ligado à ONU, por suas atuações contra o chamado aquecimento global.
A concessão do Prêmio Nobel da Paz, cercada sempre de grande publicidade, tem tido freqüentemente conotação ideológica, seja pela exaltação de figuras emblemáticas de determinadas causas, seja como discreta ou até ostensiva indicação de rumos para políticas globais.
Assim foi desta vez. Tanto Gore como o indiano Rajendra Pachauri, presidente do IPCC, são ambientalistas que se empenham em difundir previsões catastrofistas para o futuro do planeta. O assunto concerne largamente ao Brasil, ao qual uma agressiva corrente ambientalista pretende estabelecer regulamentações e restrições para o uso de nossos recursos, notadamente no que diz respeito à Amazônia.
No entanto, nessa matéria o Brasil pode exibir excelentes índices de preservação decorrentes das judiciosas leis criadas desde o século XVI pela Coroa portuguesa para preservar as riquezas naturais do Brasil. As Ordenações Manuelinas e Filipinas estabeleceram regras e limites para exploração de terras, águas e vegetação. Já em 1550 havia uma lista de árvores reais, protegidas por lei, dando origem à expressão madeira-de-lei. O Regimento do Pau Brasil, de 1600, estabeleceu o direito de uso sobre as árvores, mas não sobre as terras, consideradas reservas florestais da Coroa, e que não podiam ser destinadas à agricultura. Essa legislação garantiu a manutenção e a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875, quando entrou no mercado a anilina.
No dia 7 de novembro, na sede da Pró Monarquia, o Prof. Emilson França de Queiroz, destacado pesquisador da Embrapa, proferiu esclarecedora palestra sobre polêmicas questões do meio ambiente e do aquecimento global, e suas ameaças e oportunidades para o Brasil.
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Em 31/10/07
Estudantes visitam Sede da Pró Monarquia
Em outubro 20 estudantes do ensino médio do Colégio Estadual João Borges, acompanhados pelo Prof. Cláudio Antonio Arantes Pompeo, visitaram a Sede da Pró Monarquia em São Paulo. Os estudantes manifestaram especial interesse no aprofundamento dos estudos sobre o período monárquico no Brasil. Foram recebidos pelo Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, com quem tiveram oportunidade de conversar e conhecer diversos aspectos importantes da História do Brasil, raramente divulgados pelos livros escolares.
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Em 26/10/07
II Encontro Monárquico Sul Brasileiro
No dia 26 de outubro, sexta-feira, realizou-se, em Florianópolis, almoço-encontro com lideranças empresariais locais, em que Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil, tiveram ocasião de discutir os principais problemas de nossa Nação à luz dos princípios monárquicos. O almoço-encontro foi promovido pelo Círculo Monárquico Nossa Senhora do Desterro, que à noite, como grande evento cultural, ofereceu aos Príncipes e a seleto grupo de convidados um jantar-concerto, com apresentação de uma das principais cameratas da cidade, com páginas musicais que passavam de Vivaldi a Bach com leveza e competência sublimes. O jantar esteve a cargo de um esmerado restaurante do bucólico e charmoso resort do casal de monarquistas Sr. e Sra. Gilberto Goulart. Esteve presente ao evento a Sra. Margareth Specialsky, presidente do movimento Causa Imperial.
No sábado realizou-se o II Encontro Monárquico Sul Brasileiro, evento inegavelmente de grande importância para a causa monárquica no Brasil. Estiveram presentes os Príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand, bem como seleto grupo de lideranças monárquicas da Região Sul do Brasil. Houve várias palestras de interesse político-cultural, seguidas por debates.
No domingo, houve a celebração da Santa Missa em ação de graças, numa das principais igrejas históricas da capital catarinense, com a apresentação da banda militar da Marinha em honra dos Príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand.
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Em 26/09/07
Riquezas Gemológicas do Brasil
No dia 26 de setembro de 2007, na Sede da Pró Monarquia, em São Paulo, José Antônio Ribeiro dos Santos, Professor de Mineralogia e Petrologia, Presidente da Associação Brasileira de Gemologia e Mineralogia, Fundador do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos do Brasil, proferiu interessante palestra sobre um potencial pouco conhecido: as riquezas gemológicas do Brasil.
Este tema atraiu numeroso público e revelou diversos aspectos do Setor de Gemas e Metais Preciosos, importante área da cadeia produtiva da economia brasileira. Fato significativo é a crescente exportação de pedras lapidadas, jóias de ouro, folheados e bijuterias.
Os países mais representativos de destino das exportações brasileiras, de pedras lapidadas, em 2006, são os EUA, Hong Kong, Taiwan, Alemanha e Japão. Enquanto os importadores de obras e artefatos de pedra têm sido os EUA, Alemanha, Taiwan, Espanha, Reino Unido, China e Japão. Por sua vez, a Alemanha, EUA, México, Bélgica, Panamá, Venezuela, Canadá e Colômbia apresentam-se como os maiores compradores de folheados de metais preciosos. A joalheria de ouro, por outro lado, tem como destino principalmente os EUA, Alemanha, França, Israel, Suíça, Argentina, Peru, Reino Unido, Itália, Espanha e Rússia.
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Em 06/09/07
Viagem de Dom Luiz à Europa
O Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança voltou recentemente de sua viagem à Europa realizada entre julho e agosto deste ano. Esteve primeiramente em Portugal onde compareceu ao casamento da filha de Dom Marcos de Noronha da Costa, destacado líder monarquista daquele País. O evento contou com a presença de numerosos membros da nobreza portuguesa.
De passagem pela Alemanha, Dom Luiz foi recebido em Frankfurt pelo Duque Paul de Oldenburg, que o havia visitado recentemente aqui no Brasil. Na Baviera, terra natal de sua mãe, Princesa Da. Maria, D. Luiz visitou a histórica cidade de Regensburg, sede dos célebres Meninos Cantores. Posteriormente D. Luiz dirigiu-se à Áustria e inaugurou em Gaming a V Université dÉté, importante evento de estudos que congrega centenas de jovens, neste ano provenientes de 12 países.
De regresso ao Brasil, o Chefe da Casa Imperial esteve, em 6 de setembro, em Sorocaba, SP, para a sessão comemorativa dos 140 anos do Gabinete de Leitura Sorocabano, quando recebeu o testemunho do apreço de autoridades e dirigentes de entidades locais, que ressaltaram a ligação da cidade com a Coroa durante o II Reinado, lembrando que Dom Pedro II lá esteve em quatro ocasiões.
Dom Luiz recebeu livros históricos de Sorocaba e uma gravura com o busto de seu trisavô, D. Pedro II.
No mesmo dia deu-se o lançamento, na Biblioteca Municipal, do livro “D. Leopoldina”, da pedagoga sorocabana Zélia Maria Falcato de Almeida, que reinvidica a grande figura de nossa primeira Imperatriz. No dia seguinte Dom Luiz deu entrevista ao vivo, sobre a Independência do Brasil, ao conhecido “Programa das Sete” da Rádio Guaíba de Porto Alegre. |
Em 03/09/07
Viagens de Dom Bertrand pelo Brasil e Argentina
No dia 27 de junho Dom Bertrand esteve em João Pessoa visitando lideranças locais. Entre os dias 29 e 30 de junho o Príncipe entrou em contato com lideranças tradicionais do movimento monárquico em Recife, bem como com jovens monarquistas. De passagem por Fortaleza entre os dias 1o e 2 de julho Dom Bertrand realizou importantes reuniões com monarquistas cearences, no Círculo Monárquico, tendo como anfitrião seu presidente Dr. Juvenal de Arruda Furtado.
No início de agosto Dom Bertrand teve oportunidade de estar no Rio de Janeiro e em Petrópolis, tendo visitado seu irmão Dom Antonio e sua mãe a Princesa Maria da Baviera de Orleans e Bragança, que goza de boa saúde aos 93 anos de idade. Em Petrópolis, no dia 18 de agosto, Dom Bertrand compareceu ao aniversário de Da. Cristina, esposa de Dom Antônio, ao qual estavam presentes os Príncipes Dom Rafael, Da. Maria Amélia e Da. Maria Gabriela. Não foi possível a Dom Pedro Luiz participar deste evento por estar realizando estágio em Luxemurgo.
Dom Bertrand, no final do mês de agosto, esteve na Argentina, na cidade de Salta, como convidado de honra da III Jornada Hispanoamericana por una Civilización Cristiana, tendo participado deste evento e proferido a conferência de encerramento. De passagem por Buenos Aires, Dom Bertrand proferiu palestra para os participantes da Fundacción Argentina del Mañana, ocasião em que manteve contato com lideranças conservadoras daquele País. |
Em 30/08/07
Artigo publicado na Folha de S. Paulo em 30/08/07
O Brasil e os cegos
D. Bertrand de Orleans e Bragança
A artificial popularidade de Lula parece ter se esvaído, de um momento para o outro, como um encantamento que perde sua sedução
O BRASIL vive uma conjuntura inesperada e que causa perplexidade. Fatores até contraditórios parecem conjugar-se, gerando situações ora confusas, ora auspiciosas, ora trágicas, ora reveladoras.
Dir-se-ia que uma misteriosa mão revolveu o tabuleiro de xadrez da conjuntura político-social brasileira, derrubando certas peças, trocando outras de lugar, fazendo com que umas perdessem seu sentido e outras se sentissem confusas e desnorteadas.
Sou obrigado a concordar com o deputado Fernando Gabeira -em cujos antípodas ideológicos me encontro- quando escreveu, há dias, nesta Folha: "Há algo no ar além dos poucos aviões de carreira. É uma sensação de que o governo, diante da crise, deixou de fazer sentido, deixou de dizer coisa com coisa. As pessoas não acreditam ainda no que estão ouvindo" ("A bruxa na cabeça", 28/7, pág. A2).
Por que afinal o governo "deixou de fazer sentido"? E terá sido apenas o governo? Relembro aqui razões pertinentes, já exaustivamente apontadas: a generalizada incompetência; o aparelhamento do Estado pelo PT e partidos aliados; um governo voltado para a autolouvação e a propaganda; a submissão de todos os atos políticos a uma ideologia.
Há, entretanto, a meu ver, uma razão mais profunda que vejo pouco mencionada ou referida sem o devido destaque. Obcecados por uma ideologia utópica, com tintas de fanatismo, Lula, seus colaboradores e conselheiros mais próximos muito falam do povo, mas pouco conhecem dele. O que se nota em suas convicções -melhor diria, em suas crenças- e modos de atuar é um desconhecimento fundamental da índole de nossa gente.
Inúmeros historiadores, sociólogos e analistas de renome se debruçaram e escreveram sobre ela. Sirvo-me aqui das palavras de Plinio Corrêa de Oliveira, um dos pensadores e homens de ação que, a meu ver, com maior acuidade discorreram a respeito dos traços de alma, dos sentimentos, da mentalidade de nosso povo: "O povo brasileiro se destacou desde as origens, por seu caráter ameno, afetivo e cordato. Ademais, habituou-se ele a considerar com otimismo as várias crises econômicas por que tem passado. Ele confia em Deus ("Deus é brasileiro", afirma um velho dito popular). (...) Com "jeitinho" (o "jeitinho" é uma instituição nacional), bonomia e paciência -julga a imensa maioria dos brasileiros- tudo se arranjará. O brasileiro é infenso à ansiedade. Detesta rixas. Cuida pacatamente de si e de sua família e considera com um olhar algum tanto desinteressado e cético a política e os políticos (...). Em comparação com o imenso contingente populacional assim disposto, publicistas, políticos etc. representam uma minoria que por certo faz ruído, pois está nos postos-chaves de onde o ruído se difunde sobre as multidões. Mas essas multidões constituem um povo que pouca atenção dá a tal ruído" ("Sou Católico: Posso Ser contra a Reforma Agrária?", Vera Cruz, 1981, pp. 57, 58).
Talvez por esse motivo a tão simbólica vaia do Maracanã tenha deixado surpreso e desorientado o presidente Lula e desconcertados seus assessores; talvez por esse motivo políticos petistas e aliados se tenham dedicado a exercícios abstratos e especulativos sobre os motivos da vaia em vez de se voltarem para o país profundo, que está mudando de modo irreversível.
A artificial popularidade de Lula, mantida à custa de uma fabulosa máquina de propaganda, regada generosamente a números de pesquisas, tratada com uma cuidadosa ausência de oposição, parece ter se esvaído, de um momento para o outro, como um encantamento que perde sua sedução.
O terrível e trágico acidente da TAM, dias depois, teve o condão que, paradoxalmente, têm certas tragédias, de operar um choque salutar nos que arrastavam indolentemente sua insatisfação. Num clarão de dor e de morte, aos olhos de grande parte dos brasileiros se tornaram patentes o descomunal desastre e a imensa tragédia histórica para a qual o chamado lulo-petismo arrasta a nação.
Pela primeira vez, das camadas profundas da sociedade surgem manifestações de inconformidade ativa, de um descontentamento que há muito germinava e só o lulo-petismo parecia não levar em conta, em sua marcha utópica por cima do Brasil.
Afinal, só isso explica as reações absurdas como a tristemente célebre frase da ministra Marta Suplicy; o escárnio da afirmação do ministro Guido Mantega; o sumiço do presidente Lula ante uma tragédia sem nome; os gestos desqualificados de Marco Aurélio Garcia; as piadas presidenciais e as gargalhadas na posse do novo ministro da Defesa. Parecem não saber avaliar o desgaste profundo de seu projeto de poder nas mentalidades. E o desgaste das multidões é um dos fenômenos mais difíceis de ser revertido. Afinal, não se caminha impunemente ao arrepio de um povo, sobretudo quando sobre esse povo pairam os desígnios e a proteção da virgem Aparecida.
Mas, para o lulo-petismo, tudo se reduz a uma disputa eleitoral, tudo é golpismo. O pior cego é aquele que não quer ver: e o Brasil está aí, aos olhos de todos... menos dos cegos. |
Em 14/07/07
Nova Associação Monárquica surge na Bahia
Foi constituída na Bahia nova entidade monárquica, a Associação da Nobreza Histórica do Brasil. Seu lançamento ocorreu na cidade de Salvador no dia 14 de julho último.
A novel associação tem como objetivos principais o estudo e a divulgação de assuntos relacionados com a Nobreza do Brasil, especialmente no Império, bem como a congregação de descendentes de nobres brasileiros e simpatizantes, e também a colaboração com entidades afins.
Foram seus idealizadores dois destacados monarquistas, o Dr. Caio César Tourinho Marques, descendente direto do donatário da Capitania de Porto Seguro, e o Prof. Washington Marcondes Ferreira Filho, pertencente a tradicional tronco paulista. O Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, aceitou com gosto o convite para a Presidência de Honra da entidade.
A sessão inaugural deu-se no auditório do Instituto Feminino da Bahia, tradicional instituição da capital baiana, com o comparecimento de grande número de convidados de escol, entre eles representantes de movimentos monárquicos de vários Estados, sendo seguida de almoço no mesmo local.
Representou o Príncipe Dom Luiz, em viagem pela Europa, seu irmão o Príncipe Imperial Dom Bertrand, que dissertou sobre o papel indispensável da Nobreza em uma monarquia bem constituída. O Príncipe destacou que, no Brasil de hoje, os descendentes dos nobres, coadjuvando a Casa Imperial em seu esforço pelo soerguimento nacional, devem ser exemplos vivos para os brasileiros, pelo espírito de Fé, elevação de vistas, princípios inabaláveis, iniciativa e dedicação, em contraste com o anti-Brasil que se patenteia aos olhos de todos.
A Pró Monarquia fez-se presente ao evento por mensagem gratulatória de seu Presidente, Dr. José Guilherme Beccari.
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Em 13/07/07
Paisagens Imperiais em Brasília
A exposição Paisagens imperiais, com 20 aquarelas de Dom Antonio de Orleans e Bragança, foi aberta com pompa no Antiquário Cora Guimarães Arte e Antiguidades, no último dia 13 de junho, no Pontão do Lago Sul, em Brasília.
Compareceram à abertura da exposição Dom Alberto de Orleans e Bragança, irmão mais novo de Dom Luiz, o embaixador de Portugal, Francisco Manuel Seixas, o Ministro Marco Aurélio Mello, o Desembargador Carlos Fernando Mathias de Souza, e o Presidente da Associação Amigos da Família Imperial, Ibsen Noronha, entre outros ilustres convidados.
Os trabalhos retrataram cidades históricas mineiras, como Diamantina, casarios antigos e casas de fazenda de São Paulo, paisagens de Petrópolis e do Parque Nacional de Itatiaia, além do pôr-do-sol na Baía da Guanabara e da vegetação exuberante do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
As aquarelas assinadas pelo Príncipe Dom Antonio permaneceram à mostra, em Brasília, até o dia 1o. de julho. A próxima exposição está programada para setembro, em Belo Horizonte.
Acesse:
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Em 02/07/07
Encontro Monárquico no Rio de Janeiro e
Aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil
Realizou-se no Rio de Janeiro, no dia 2 de junho p.p., o XV Encontro Monárquico. O Salão Colonial do Hotel Glória ficou inteiramente tomado por monarquistas da cidade e do Estado do Rio, bem como de outros nove Estados da Federação.
Sob a égide de S.A.I.R. Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, os debates e palestras transcorreram num clima de entusiasmo, sendo que os resultados já começam a se fazer sentir na propulsão das atividades monárquicas. A presença dos Príncipes Dom Bertrand, Dom Antonio e sua esposa, a Princesa Da. Cristine, bem como de seus filhos D. Rafael e D. Amélia, também abrilhantou a ocasião.
Além de destacadas lideranças monárquicas, chamou a atenção o grande número de jovens presentes, revelando o interesse crescente das novas gerações pelos ideais perenes que a Monarquia simboliza.
No dia seguinte, domingo, a celebração do 69º aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil foi marcada pela tradicional Missa na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro e pelo almoço de adesão com numeroso público no mesmo Hotel.
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