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São Paulo, agosto de 2014.

Prezado(a) Monarquista

 

            Como fora comunicado oportunamente, a ocorrência da Copa do Mundo nos meses de junho e julho determinou o adiamento, para melhor ocasião, do duplo evento que anualmente congrega no Rio de Janeiro os monarquistas brasileiros.

       Ficou ele assim fixado para os dias 6 e 7 de setembro.

       No dia 6, sábado, realizar-se-á no Windsor Flórida Hotel, no Flamengo, o XXIV Encontro Monárquico, com o concurso de Príncipes da Casa Imperial do Brasil e lideranças dos Estados.

       E no domingo, dia 7 será celebrada, na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora do Outeiro, na Glória, Santa Missa com uma dupla intenção: Ação de Graças pelo 76º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil; in Memoriam pelo Centenário do nascimento (9-IX-1914) de S.A.I.R. a Princesa D. Maria Elizabeth de Orleans e Bragança. Seguir-se-á almoço comemorativo no mesmo Hotel.

Adiantamos aqui, nos anexos, o convite, programa e formulário de inscrição que estão sendo enviados por Correio. Agradeceremos que todo retorno seja feito através do e-mail eventos@monarquia.org.br neles indicado.

A participação de dois Príncipes brasileiros, filhos da Princesa Isabel, na Grande Guerra, o novo cenário mundial ante o qual toca ao Brasil tomar posição, a transformação de nossas instituições pelo ativismo judiciário, a presença das novas lideranças monárquicas, as fundadas esperanças que podemos alimentar neste momento, são temas que qualificados conferencistas abordarão no Encontro. Uma homenagem plena de reconhecimento será prestada à saudosa Princesa Mãe, S.A.I.R. D. Maria Elizabeth, pelo transcurso dos 100 anos de seu nascimento.

Contando para essas duas ocasiões com sua grata presença, bem como com a de familiares e amigos que queira convidar, com todo apreço subscrevemo-nos

                                                                                                            Cordialmente,

                                                                                                      José Guilherme Beccari

                                                                                                               Presidente

                                                                                                     Imagem inline 3   

Rua Itápolis, 873 / Pacaembu / 01245-000 São Paulo - SP / (11) 2361-3214 / 2368-1028 / 3822-4764

eventos@monarquia.org.br


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XXIV Encontro Monárquico
Comemoração do 76º aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil
Rio de Janeiro, 6 e 7 de setembro de 2014

Temos a satisfação de anunciar a realização, no próximo mês de setembro, do duplo evento que anualmente congrega na cidade do Rio de Janeiro os monarquistas brasileiros, abaixo definido. A ocorrência dos jogos da Copa do Mundo constituiu óbvio impedimento para sua programação no momento próprio — dia 6 de junho.

Dia 6/9, sábado

XXIV Encontro Monárquico, no Windsor Flórida Hotel, no Flamengo (dia inteiro)

Dia 7/9, domingo

Missa pelo 76º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Almoço comemorativo da data, no mesmo Hotel.

Oportunamente estarão disponíveis neste Site o convite, o programa e demais informações relativos ao evento, bem como o espaço para receber inscrições.

Será esta, como habitualmente, grata ocasião para o reencontro de veteranos monarquistas de todo o Brasil e o conhecimento dos novos e ardorosos que por toda parte vêm surgindo.

Pró Monarquia
São Paulo, junho de 2014.
eventos@monarquia.org.br

 

Aqueles que o desejarem poderão desde logo fazer reserva de hospedagem no mesmo Hotel, que oferece as seguintes tarifas para os participantes do Encontro:

Apartamento Standard Single   -  R$ 285,00 + 10% + 5% ISS / diária
Apartamento Standard Double  -  R$ 313,00 + 10% + 5% ISS / diária

Windsor Flórida Hotel
Rua Ferreira Viana, 81 - Flamengo
22210-040 Rio de Janeiro - RJ
Tel. 55 21 2195-6800
www.windsorhoteis.com

Convite
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Extraído do site da associação
"Paz no Campo"
www.paznocampo.org.br

Quo vadis, Domine?

Reverente e filial Mensagem
a Sua Santidade o Papa Francisco
do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Dom Bertrand

Dirijo-me a Vossa Santidade em meu duplo caráter de Príncipe da Casa Imperial do Brasil e ativo participante da vida pública de meu País, para lhe externar uma grave preocupação concernente à causa católica no Brasil e na América do Sul em geral.

É bem conhecido dos brasileiros o fato de que foi a instâncias do Papa Leão XIII, e apesar dos previsíveis inconvenientes políticos que daí adviriam, que minha bisavó, a Princesa Isabel, regente do Império, assinou a 13 de maio de 1888 a Lei Áurea, abolindo definitivamente a escravatura no Brasil. Custou-lhe o trono, mas valeu-lhe passar à História como A Redentora, e receber das mãos do Papa a Rosa de Ouro, em recompensa pela sua abnegação em favor da harmonia social e dos direitos dos mais desvalidos.

Movido pelo mesmo senso de justiça e devotamento ao bem comum de meus antepassados, honro-me em ter dado início e animado durante 10 anos a campanha Paz no Campo, a qual promove a harmonia social no agro brasileiro. Tarefa tanto mais imperiosa quanto, nas últimas décadas, o meio rural do País vem sendo notoriamente conturbado por uma sequência de invasões de terra, assaltos, destruição de plantações, desapropriações confiscatórias, exigências ambientalistas descabidas
e insegurança jurídica.

No cerne dessa agitação agrária — que é o principal empecilho para o pleno desenvolvimento da agricultura e pecuária brasileiras, responsáveis por 37% dos empregos no Brasil e por cerca de metade dos novos empregos criadosno primeiro semestre de 2013 — encontram-se o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, mais conhecido pelasua sigla MST, e a organização internacional La Via Campesina.

...

Leia o texto completo

 

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Mensagem de Natal de D. Luiz de Orleans e Bragança,

Chefe da Casa Imperial do Brasil

Na festa do Santo Natal há várias noções que por assim dizer se superpõem. Antes de tudo, o nascimento do Menino Deus torna patente a nossos olhos o fato da Encarnação. É a segunda Pessoa da Santíssima Trindade que assume natureza humana e se faz carne por amor de nós. Ademais, é o início da existência terrena do Senhor. Um início refulgente de claridades, que contém em si um antegosto de todos os episódios admiráveis de Sua vida pública e privada. No alto desta perspectiva está sem dúvida a Cruz. Mas, nas alegrias do Natal mal divisamos o que ela tem de sofrimento. Vemos apenas jorrar do alto dela, sobre nós, a Redenção. O Natal é assim o prenúncio da libertação, o sinal de que as portas do Céu vão ser reabertas, a graça de Deus vai novamente difundir-se sobre os homens, e a terra e o Céu constituirão outra vez uma só sociedade sob o cetro de um Deus Pai, e não mais apenas Juiz. Se analisarmos detidamente cada uma destas razões de alegria, compreenderemos o que é o júbilo do Natal, este gáudio cristão ungido de paz e de caridade que faz com que durante alguns dias todos os homens experimentem um sentimento bem raro nestes tristes dias atuais: a alegria da virtude.

Jesus Cristo nos veio mostrar que a graça abre para nós as veredas da virtude, que torna possível na Terra a verdadeira alegria, que não nasce dos excessos e das desordens do pecado, mas do equilíbrio, da bem-aventurança, da ascese. O Natal nos faz sentir a alegria de uma virtude que se tornou praticável, e que é na Terra um antegozo da bem-aventurança do Céu.

Durante todo 2013 tive a alegria de conhecer leais monarquistas que me enviaram mensagens pelo site da Casa Imperial, que me vieram visitar ou que mandaram recomendações através de meus irmãos, especialmente D. Bertrand e D. Antonio, em viagens pelo Brasil afora. Conheci assim o trabalho destes bravos conterrâneos, sua dedicação e seu desprendimento. Constatei que nossas fileiras multiplicaram-se surpreendentemente e que podemos e vamos fazer muito mais juntos, apesar do Brasil estar sofrendo inúmeros embates e a impressão de que, por toda parte, seus inimigos se agigantam. Agradeço a todos a imensa ajuda no sentido de manter intacta a Terra de Santa Cruz em sua integridade, em sua riqueza, em sua brasilidade, especialmente em sua Fé.

Em meu nome e de toda Família Imperial desejo a todos um Feliz e Santo Natal, e que o Ano Novo seja abençoado com as melhores graças do Menino Jesus e de sua Santíssima Mãe.

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IV ENCONTRO MONÁRQUICO SUL BRASILEIRO
Florianópolis, 5 e 6 de outubro de 2013

Informação / inscrição: Círculo Monárquico Nossa Senhora do Desterro
e-mail: goliveira@mp.sc.gov.br
Tel.: (48) 3299-9009

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 DOM LUIZ DESACONSELHA FORMAÇÃO DE PARTIDO

PRÓ MONARQUIA comunica que o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil — e com ele seus irmãos e imediatos sucessores dinásticos Dom Bertrand e Dom Antônio — não promove, e nem mesmo apoia, a formação de um partido político monarquista. Pelo contrário, tendo sido consultado recentemente a respeito, manifestou Sua Alteza, expressamente, em coerência com inalterável posição mantida pela Chefia da Casa Imperial ao longo de muitas décadas, sua não aprovação a tal iniciativa. O movimento monárquico deve ser, necessariamente, suprapartidário. Alerta assim aos monarquistas para que se acautelem em relação àqueles que insistem em desconsiderar essa orientação serena, prudente e despojada de interesses materiais, e ao mesmo tempo insinuam uma anuência com a qual não contam.

São Paulo, 29 de agosto de 2013
Pró Monarquia
José Guilherme Beccari
Presidente do Conselho de Administração

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COMUNICADO DE DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA,
CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL

É com o espírito carregado de graves apreensões que venho considerando os mais recentes acontecimentos de nossa vida pública. As instituições são desrespeitadas, a insegurança jurídica aumenta, a faculdade de opinar vai sendo ameaçada, insuflam-se conflitos entre brasileiros, sobre as forças dinâmicas da Nação se abatem legislações cada vez mais sufocantes e até nossa diplomacia – outrora reconhecida por seu equilíbrio e sutileza – é vilipendiada.

Aumenta, dia a dia, em considerável parte de nossa população – afável, ordeira e laboriosa – o sentimento de inconformidade e rejeição ante os crescentes desmandos de algumas de nossas mais altas autoridades, obstinadamente comprometidas com metas ideológicas avessas ao sentir da alma cristã de nosso povo.

O País assiste nestes dias, estupefato e incrédulo, ao que algumas vozes ponderadas já não hesitam em qualificar de um moderno tráfico de escravos ideológicos.

A classe médica e considerável parte da população vê com aversão a vinda ("importação"!) para o nosso País de médicos cubanos como "solução" para um sistema estatal de saúde em boa medida falido, devido ao descaso do próprio governo.

Enviados para o Brasil – a mando das autoridades que há décadas envolvem a outrora pérola do Caribe nesse ambiente obscuro, miserável e trágico, típico das nações-masmorras sobre as quais se abateu o comunismo – tais médicos são massa de manobra de inconfessados desígnios.

Enquanto é legítimo duvidar dos conhecimentos científicos de muitos deles, não é difícil conjecturar que alguns aqui desembarcarão como agentes da ideologia socialo-comunista vigente em Cuba, como tem acontecido em países como a Venezuela e a Bolívia. Além disso, muitos, separados propositalmente de seus familiares, aqui ficarão confinados em seus locais de trabalho, sem que seja clara a garantia de sua liberdade de ir e vir, bem como de outros princípios básicos de nosso Estado de Direito. Isso para não mencionar que parte do pagamento deste trabalho escravo hodierno será enviado pelas autoridades brasileiras às autoridades do regime cubano.

A se consolidar esta espúria operação, o Brasil terá sido empurrado decididamente para os descaminhos do totalitarismo. Hoje escravidão de pobres cubanos, amanhã talvez de brasileiros.

É, pois, com repulsa que vejo autoridades da República, com profundos laços ideológicos com o regime comunista de Cuba, fazerem semelhante acordo, favorecendo ademais a sobrevivência de uma ditadura que visa estender pelo território brasileiro os males com que o expansionismo castrista fustiga há décadas países de nosso Continente.

Para que o Brasil prossiga sua trajetória histórica sem conhecer as discórdias, agitações e até morticínios que têm caracterizado as revoluções de índole socialo-comunista, urge que os brasileiros, das mais diversas condições, abandonem certa inércia desavisada na qual se encontram e se articulem para fazer refluir as ameaças que, contrárias ao modo de pensar, de agir e de viver, da grande maioria de nossa população, vão baixando sobre o País.

É neste sentido que elevo minhas preces a Nossa Senhora Aparecida, a quem Dom Pedro I consagrou o Brasil, logo após nossa Independência, como Padroeira e Rainha.

Dom Luiz de Orleans e Bragança
1º de setembro de 2013.

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PORQUE NÃO APOIAR A CRIAÇÃO DE UM PARTIDO MONARQUISTA

A monarquia é necessariamente suprapartidária. Deve se sobrepor ao embate político. O monarca é o símbolo vivo da nação, que abarca todos os súditos, e a encarnação das virtudes de seu povo. Assim foi D. Pedro II.

Veja-se o exitoso caso da Inglaterra em que encontramos o "governo de S. Majestade" e a "leal oposição de S. Majestade". Todos fazem questão de se identificar com o soberano na condução do bem comum.

O Brasil não é diferente. No plebiscito de 1993, apesar do evidente boicote à propaganda da monarquia, 13% dos votos válidos, independentemente de sua orientação partidária, foram pela sua restauração.

Embora o Imperador possa e, em alguns casos, até deva se posicionar sobre questões políticas e sociais mais importantes para o seu povo, seus pronunciamentos sempre pairam acima da contenda partidária. Disse Armando Alexandre dos Santos em seu livro PARLAMENTARISMO, SIM! Mas à brasileira: com Monarquia e com Poder Moderador eficaz e paternal:

"Repetidas vezes, em conferências públicas ou em entrevistas concedidas à imprensa nacional ou estrangeira, o Príncipe D. Luiz, como também seu irmão o Príncipe Imperial D. Bertrand, têm esclarecido que a fidelidade aos princípios tradicionais católicos que lhes foram transmitidos por seu pai não impedirão o exercício das funções de um monarca constitucional parlamentar.

"– Não é impróprio à condição de monarca ter uma ideologia definida e conhecida de todos? Isso, pergunta-se ainda uma vez, não lhe retira algo da imparcialidade que precisa ter?

"Compreende-se que o Imperador deva necessariamente ser apartidário, não se envolvendo nas pugnas eleitorais dos partidos. Compreende-se que ele deva necessariamente se ater aos limites de atuação que lhe fixou a Constituição, jamais permitindo que suas próprias preferências ideológicas o levem a tomar atitudes contrárias ao juramento sagrado de respeito à Constituição que formulou ao assumir a Coroa. Mas isso não significa que ele não deva ter idéias, ou que deva manter secretas as idéias que tenha. ...

"Querer um Imperador sem ideologia é querer um Imperador sem pensamento. Ora, está na essência do regime democrático que todos os cidadãos tenham pensamento formado, para poderem votar e, assim, influírem na condução da coisa pública. Desejar um Imperador a-ideológico é desejá-lo sem pensamento, é querer na chefia do Estado um inepto, de capacidade cívica inferior à do comum dos brasileiros... Como conceber uma coisa dessas?

"'Um Imperador – escreveu com todo o propósito um veterano monarquista – não deve ser um monarca amorfo, um boneco de cera, que só sirva de testa de ferro para que certos políticos pratiquem toda espécie de imoralidade, de corrupção, de desonestidade, expondo o país à falência moral, social, política e econômica'."

O Chefe da Casa Imperial do Brasil, Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, sempre considerou inoportuna a criação de um partido monarquista, pois não só dividiria os eleitores mas até poderia isolar os monarquistas inibindo que políticos de outros partidos defendam a forma monárquica de governo. Por outro lado, a disputa eleitoral poderia significar um rebaixamento da esfera de atuação dos monarquistas, ao disputar cargos eletivos destinados muitas vezes a meras atividades administrativas.

Na verdade, observa-se num contexto superior que a pátria brasileira está sendo vítima de uma Revolução Cultural que solapa a família e nossas maiores instituições. A monarquia, em sentido oposto, mais do que a conquista do poder, visa restaurar a ordem na sociedade civil.

No momento em que o Brasil profundo se tem manifestado repudiando o atual caos político partidário, os políticos se retraíram e, em alguns casos, quando tentaram se aproveitar dos protestos para fazer uma "onda vermelha", suas bandeiras foram queimadas e foram rechaçados.

E aí está a grande esperança. Há sobretudo na juventude uma crescente ala de brasileiros que vêem na Monarquia um regime que vai ao encontro de suas mais autênticas aspirações e assumem as bandeiras dos valores perenes da ordem natural. Essa é a Política com "P" maiúsculo na qual se vêm engajando, visando a solução dos problemas que assolam nosso país com a restauração do Trono, na linha da legitimidade dinástica.

Este é o pensamento da Casa Imperial do Brasil, por diversas vezes expendido pelo seu Chefe, D. Luiz de Orleans e Bragança e sempre fielmente compartilhado por seus sucessores dinastas, D. Bertrand, D. Antonio e D. Rafael.

São Paulo, 3 de setembro de 2013
Pró Monarquia
José Guilherme Beccari
Presidente do Conselho de Administração

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ANUNCIADO NOIVADO DE D. AMÉLIA

Suas Altezas D. Antonio de Orleans e Bragança, Príncipe do Brasil e D. Christine de Orleans e Bragança, nascida Princesa de Ligne, anunciaram o noivado de sua filha D. Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman, de Edimburgo, na Escócia. O casamento será realizado na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé em agosto de 2014, no Rio de Janeiro.

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PORTAL TERRA: 82% QUEREM A VOLTA DA MONARQUIA


Página do Terra com o resultado da pesquisa

Relembrando os 20 anos do Plebiscito de 1993, o portal Terra convidou os internautas a responder a mesma enquete daquele ano. Até a cédula e as propagandas veiculadas nos horários obrigatórios sobre as formas de governo (monarquia/república) e sistema de governo (parlamentarismo/presidencialismo) foram as mesmas. 

Votaram 7.475 pessoas. O resultado favorável à Monarquia não surpreendeu, tendo em vista as incontáveis manifestações de apoio recebidas pela Casa Imperial do Brasil através de seu site oficial, antes e sobretudo depois das passeatas de protesto que eclodiram por todo o País. Mas o que impressiona mesmo são os números:

Monarquia – 6.140 votos (82,15%)

República – 220 votos (2,95%)

Parlamentarismo – 805 votos (10.76%)

Presidencialismo – 310 votos (4,14%)

A preferência pela Monarquia não poderia ser mais cabal, levando-se em conta que a quase totalidade da imprensa, tv, rádio, etc. é republicana, e faz silêncio sistemático sobre o movimento monárquico. Se considerarmos que a maioria dos internautas é constituída por jovens, veremos que anos e anos de intensa propaganda republicana na mídia e nos livros escolares redundou em nada. Cumpre notar que poucas horas após o início da pesquisa, o Terra a tirou do ar...

Os votantes foram também convidados a justificar suas preferências. A título de exemplo, transcrevemos o comentário de Volney Amorim Sena, que resume centenas de outros no mesmo sentido:

“Apoio a Monarquia porque estou ciente de que a forma republicana de governo não conseguiu organizar o País. Foram cento e poucos anos de retrocesso. Nossa História está sendo distorcida. Nossos heróis denegridos. Nossos valores desprezados. A construção da nacionalidade, obra iniciada por D. Pedro II, está se perdendo. A cidadania se enfraquece. A brasilidade está deixando de ser motivo de orgulho para nossa gente. Direitos civis e sociais estão esquecidos. A saúde e educação estão abaixo da crítica. Não existe segurança. O crime organizado, impune, ameaça a autoridade do governo. Confunde-se obrigatoriedade de voto com democracia. Nossas Forças Armadas estão desprestigiadas. O entreguismo e o servilismo oficial incentivam o domínio estrangeiro de nossa economia. A soberania nacional, proclamada por D. Pedro I, está comprometida. Pouco a pouco o Brasil está deixando de ser brasileiro. É preciso retomar o caminho aberto por nossos Imperadores. É preciso restaurar a Monarquia Parlamentar no Brasil”.

Veja reportagem completa do Terra no link:
http://noticias.terra.com.br/infograficos/20-anos-do-plebiscito/

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XXIII ENCONTRO MONÁRQUICO

Realizou-se no Rio de Janeiro, em 15 de junho último, o XXIII Encontro Monárquico. Presentes mais de uma centena de participantes de todo o Brasil. O evento aconteceu no Windsor Florida Hotel, Praia do Flamengo. No dia seguinte, 16 de junho, foi rezada Missa em Ação de Graças pelo 75º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro. Em homenagem ao natalício de Sua Alteza seguiu-se almoço, no mesmo hotel.

A abertura do Encontro foi feita pelo Príncipe D. Antonio de Orleans e Bragança, que deu as boas-vindas aos participantes. Em seguida falou o Contra-Almirante Alan Paes Leme Arthou sobre “Soberania e Poder Naval“. Profundo conhecedor dos mares brasileiros, detalhou como progride a construção do submarino nuclear brasileiro. A conferência subseqüente foi feita pelo Prof. Evaristo Eduardo de Miranda, tratando do tema “Agricultura no Brasil do Século XXI”. Utilizando-se de dados estatísticos, mostrou o impressionante progresso de nossa agricultura nos últimos anos, confirmando a tese de que a vocação do Brasil é a de ser o celeiro do mundo.

Os trabalhos da tarde foram abertos pelo Príncipe D. Rafael de Orleans e Bragança. Em breves palavras, discorreu sobre as qualidades que um líder deve ter. Em seguida passou a palavra ao Prof. Armando Alexandre dos Santos, cuja palestra versou sobre o tema “Dom Luiz – um nome, uma esperança, uma promessa de realização”. O Prof. Armando fez um breve relato da atuação de D. Luiz desde que assumiu a Casa Imperial, em 1981: “Foram 32 anos fecundos, operosos, cheios de realizações”. A conferência seguinte ficou a cargo do Maestro Fabrício Rodrigues Pereira. Vindo das Alterosas, falou sobre os Esplendores do Barroco Mineiro e destacou o importante papel de nossos artistas nas artes plásticas e na música.

Após breve coffee break, continuou o ciclo de conferências o Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca. Em vista do caos em que se vive no mundo contemporâneo, discorreu sobre o tema “Da organicidade monárquica ao autoritarismo republicano”.

O encerramento do Encontro ficou a cargo de S.A.I.R. o Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança. Profundo conhecedor da realidade brasileira, enalteceu o fato de a Providência Divina ser tão generosa com nosso povo, dando-lhe um território de dimensões continentais e uma riqueza cultural invejada pelo mundo. Trilhando as sendas da Civilização Cristã, o Brasil certamente galgará a posição de destaque que sempre mereceu, destacou o Príncipe.

Por último, foram distribuídos diplomas aos participantes.

A seguir algumas fotos ilustrativas.

Palestras

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D. Antonio abre o XXIII Encontro Monárquico Contra-Almirante Alan Paes Leme Arthou
3. Prof. Evaristo Eduardo de Miranda =_UTF-8_B_NC4gRC4gUmFmYWVsIGRlIE9ybGVhbnMgZSBCcmFnYW7Dp2EgYW____ filename_1=__JyZSBvcyB0cmFiYWxob3MgZGEgdGFyZGUuSlBH_=
Prof. Evaristo Eduardo de Miranda D. Rafael de Orleans e Bragança abre os trabalhos da tarde
5. Prof. Armando Alexandre dos Santos =_UTF-8_B_Ni4gTWFlc3RybyBGYWJyw61jaW8gUm9kcmlndWVzIFBlcmVpcm____ filename_1=__EuSlBH_=
Prof. Armando Alexandre dos Santos Maestro Fabrício Rodrigues Pereira
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Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca D. Bertrand encerra o XXIII Encontro Monárquico
9. Monarquistas lotam auditório
Monarquistas lotam auditório Vista parcial do auditório
Vista parcial do público Obras monarquistas são oferecidas ao público
D. Christine, D. Antonio e D. Rafael com alguns participantes

Diplomas

Participante recebe diploma de D. Bertrand Participante cumprimenta D. Christine
Participante recebe diploma de D. Bertrand Participante cumprimenta D. Christine
Monarquista exibe diploma recebido de D. Christine Jovens, com D. Rafael, exibem seus diplomas
Monarquista exibe diploma recebido de D. Christine Jovens, com D. Rafael, exibem seus diplomas
Jovem monarquista recebe diploma de D. Christine D. Antonio entrega diploma a participante
Jovem monarquista recebe diploma de D. Christine D. Antonio entrega diploma a participante
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D. Rafael é cumprimentado por monarquista após entrega do diploma
   

Missa

D. Bertrand e D. Antonio entram para a Missa =_UTF-8_B_Mi4gQ2VsZWJyYW50ZSBQZS4gQW5kZXJzb24gZSBhY8OzbGl0b3____ filename_1=__MgZW50cmFtIGVtIGNvcnRlam8uSlBH_=
D. Bertrand e D. Antonio entram para a Missa Celebrante Pe. Anderson e acólitos entram em cortejo
Monarquistas durante a Missa Monarquistas acompanham a Missa
Monarquistas durante a Missa Monarquistas acompanham a Missa
5. Vista do interior da igreja =_UTF-8_B_Ni4gRC4gQmVydHJhbmQgcmVjZWJlIGN1bXByaW1lbnRvcyBhcM____ filename_1=__OzcyBhIE1pc3NhLkpQRw==_=
Vista do interior da igreja D. Bertrand recebe cumprimentos após a Missa
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D. Antonio recebe cumprimentos após a Missa
   

Almoço

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D. Bertrand e D. Antonio compõem a mesa principal Almoço em homenagem a D. Luiz
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Dr. Juvenal de Arruda Furtado saúda D. Luiz D. Bertrand agradece saudação a D. Luiz